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Análise de Resultados do IDEB 2023 em Osasco
11/09/2024 10:59:00
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador sintético elaborado pelo INEP para avaliar a educação brasileira, considerando aprovações e desempenho escolar dos alunos. A cada dois anos, o INEP libera as notas de cada escola, além de médias de municípios e estados. Não somente, o IDEB também possui um ciclo de metas, criado em 2007, com o intuito de orientar o desenvolvimento gradual das escolas articulado com os desafios locais.
Nesse estudo, foi realizada uma comparação entre as avaliações de Osasco no IDEB antes, durante e após a pandemia de COVID-19. Dentre as informações observadas, destaca-se que Osasco retomou a nota de 2019 (6,3) em 2023, considerada acima da média de qualidade (6,0), com um desempenho melhor do que comparado ao estado de São Paulo e o Brasil. Já na sub-região metropolitana oeste de São Paulo, Osasco segue atrás de Barueri (6,4) e Santana de Parnaíba (6,4), com uma diferença mínima (0,1).
Sobre o período posterior à pandemia, houve um crescimento de escolas que atingem ou superam a média 6,0 (eram 38 unidades escolares em 2019, e em 2023 foram 44), entretanto, não houve um retomada do número de escolas que alcançavam suas metas individuais antes da pandemia (eram 41 unidades escolares em 2019, e em 2023 foram 19). Por fim, é importante ressaltar que as metas foram traçadas em 2007 e não consideravam o contexto da pandemia, o que dificultou o alcance de resultados esperados.
Para mais informações, acesse o estudo na íntegra em Publicações, "Estudo Demográficos e Socioeconômicos" e o arquivo "Análise de Resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2023 em Osasco".
Estudo sobre o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos
14/08/2024 14:25:00
Em junho, com a liberação da base de dados do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi feito um estudo sobre os domicílios, estabelecimentos e construções de Osasco. O CNEFE é um importante repositório e desdobramento do Censo Demográfico, utilizado para melhor compreensão dos territórios, das edificações e dos padrões de urbanização dos municípios.
Para esse estudo, foi realizada uma síntese inicial dessa rica base, considerando aspectos preliminares de cada uma das categorias de edificações: domicílios, estabelecimentos e futuras construções/ reformas. Como foi observado, Osasco é um município majoritamente residencial (com domicílios de tipo casa) e estabelecimentos concentrados em regiões centrais e avenidas - ademais, as construções que estão acontecendo em Osasco também são de finalidade residencial, com uma margem de edificações de finalidade indeterminada.
Para mais informações, acesse o estudo na íntegra em Publicações,"Estudo Demográficos e Socioeconômicos" e o arquivo "Estudo sobre os resultados do Censo 2022 - Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos".
O mercado de trabalho de Osasco/SP de maio/23 e maio/24
05/07/2024 15:58:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: No período de um ano, o saldo de emprego oscilou entre valores positivos e negativos, com a maior queda em dezembro/23, em que os números se mantiveram negativos até fevereiro/2024. Entre fevereiro/2024 e março/2024 o saldo voltou a ser positivo, e teve como resultado o maior valor do período, contado com 1.319 vínculos. Mas, de março/2024 para abril/2024, o saldo decaiu pouco, com uma queda maior de abril/2024 para maio/2024. Apesar do decréscimo, o saldo de maio/2024 se manteve positivo, diferente do mesmo mês no ano anterior.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2024: de janeiro/2024 a maio/2024, o saldo foi de 2.214, correspondendo à variação relativa de 1,19%. Em maio/24, todos os setores de economia somaram 44.027 admissões e 41.813 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 2,31% de maio/23 a maio/24, com estoque de 188.166 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (maio23 a maio/24), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 2.258 vínculos empregatícios. Em maio/24, o saldo no setor foi de 312. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 1.212 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 2.197 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 1.887 no acumulado. Entre maio/23 a maio/24, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 5.096 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 2.828 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de -864 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao
Estudo Sobre População por Bairros (Censo 2022)
24/06/2024 17:12:00
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou no dia 21 de março de 2024 os dados detalhados sobre a variação populacional e de domicílios no município de Osasco. comparando os números do Censo de 2010 com os resultados do Censo de 2022. Os dados revelam um crescimento significativo na população da cidade, refletindo mudanças demográficas e socioeconômicas importantes na região.
De acordo com o levantamento, Osasco experimentou um crescimento populacional. Em 2010, a população do município era de cerca de 666.740 habitantes. O Censo de 2022 registrou uma população de 766.472 habitantes, indicando um aumento de 99.732 pessoas.
Para mais informações acesse o estudo na íntegra em Publicações," Estudo Demográficos e Socioeconômicos" e o arquivo "Agregados por Setores Censitários preliminares: População por Bairro".
O mercado de trabalho de Osasco/SP de abril/23 e abril/24
10/06/2024 10:23:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de maio/23, dezembro/23 e janeiro/24 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de abril de 2023 a abril de 2024, o resultado segue positivo.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2024: de janeiro/2024 e abril/2024, o saldo foi de 1.820, correspondendo à variação relativa de 0,98%. Em abril/24, todos os setores de economia somaram 35.436 admissões e 33.616 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 2,01% de abril/23 a abril/24, com estoque de 187.772 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (abril/23 a abril/24), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 1.818 vínculos empregatícios. Em março/24, o saldo no setor foi de 1.167. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 1.103 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 1.926 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 1.831 no acumulado. Entre abril/23 a abril/24, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 5.083 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 3.088 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de -922 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao
O mercado de trabalho de Osasco/SP de março/23 e março/24
03/06/2024 14:10:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de maio/23, dezembro/23 e janeiro/24 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de março de 2023 a março de 2024, o resultado segue positivo.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2024: de janeiro/2024 e março/2024, o saldo foi de 1.801, correspondendo à variação relativa de 0,97%. Em março/24, todos os setores de economia somaram 26.017 admissões e 24.216 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 0,7% de março/23 a março/24, com estoque de 187.753 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (março/23 a março/24), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 2.210 vínculos empregatícios. Em março/24, o saldo no setor foi de 1167. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 173 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 1.924 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 2.004 no acumulado. Entre março/23 a março/24, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 5.002 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 3.769 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de -780 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao
Características dos Domicílios em Osasco - Resultado do universo (Censo 2022)
06/03/2024 16:09:00
Foram divulgados no dia 23 de fevereiro de 2024 pelo IBGE, os dados do Censo 2022 sobre as Características dos Domicílios. Este lançamento marca um momento estratégico para o planejamento da cidade de Osasco, oferecendo uma visão direcionada para a estrutura das residências e das condições de moradia em toda cidade.
O estudo, intitulado "Características dos Domicílios - Resultados do Universo", oferece uma análise detalhada das particularidades dos lares em Osasco. Entre os aspectos destacados estão:
- Tipo de Moradia: De casas unifamiliares a prédios residenciais, o censo fornece uma compreensão abrangente dos diferentes tipos de moradias ocupadas em Osasco, ajudando a informar políticas habitacionais e planos de desenvolvimento urbano.
- Condições de Moradia: Aspectos como acesso a água potável, eletricidade, saneamento e outras condições de moradia são examinados de perto, fornecendo insights essenciais sobre a qualidade de vida dos residentes.
- Acesso a Serviços Essenciais: Os dados também destacam a proximidade dos domicílios a escolas, hospitais, transporte público e outras infraestruturas vitais, oferecendo uma visão estratégica das necessidades da comunidade.
Essas informações divulgadas e agregadas com dados sobre composição familiar e indicadores socioeconomicos, utilizados de forma conjunta, podem resultar em políticas públicas, Planos Municipais e Planos de Governo cada vez mais eficientes com dados que consigam expressar cada vez mais os fenomênos sociais que resultam na realidade do municipe e da cidade de Osasco.
A divulgação e a transparência desses dados representa um recurso inestimável para os líderes locais, instituições governamentais, pesquisadores e organizações da sociedade civil em Osasco. Essas informações fornecem uma base sólida para o desenvolvimento de políticas, ações e programas direcionados para atender às necessidades específicas dos municipes e fornecendo autonomia e clareza para os osasquenses sobre os rumos da cidade.
O Censo 2022 foi um esforço conjunto que envolveu a participação ativa dos moradores de Osasco, o trabalho dedicado dos funcionários do IBGE e o apoio da Prefeitura Municipal de Osasco para que esse estudo fosse concluido. Os dados disponibilizados são a base dos esforços de construção de um futuro mais próspero e justo para todos os cidadãos de Osasco.
Osasco Lança Plano Municipal de Redução de Riscos
08/01/2024 10:44:00
Ao término do ano de 2023, a Prefeitura Municipal de Osasco deu um passo significativo na promoção da segurança e resiliência da cidade ao lançar o Plano Municipal de Redução de Riscos. Essa iniciativa, fruto da colaboração entre a Coordenadoria da Defesa Civil, a Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG) e a Sociedade Civil organizada, destaca-se como um exemplo de cooperação interinstitucional voltada para o bem-estar da comunidade.
Diante da crescente preocupação global com as mudanças climáticas e o aumento da frequência de eventos extremos, Osasco assume uma posição de liderança ao adotar medidas proativas para mitigar riscos e proteger sua população.
Os principais aspectos do plano incluem:
1. Mapeamento de Áreas de Risco: Utilizando tecnologias avançadas de georreferenciamento, será realizado um mapeamento detalhado das áreas mais vulneráveis a desastres naturais. Isso permitirá a implementação de medidas preventivas específicas, contribuindo para a segurança dos moradores.
2. Treinamento e Capacitação: A população será ativamente envolvida no processo de redução de riscos por meio de programas de treinamento e capacitação oferecidos pela Defesa Civil. Simulados de evacuação, cursos de primeiros socorros e workshops informativos serão partes integrantes dessa abordagem inclusiva.
3. Infraestrutura Resiliente: A Prefeitura coordenará esforços para garantir que a infraestrutura crítica da cidade seja projetada e construída conforme padrões de resiliência, visando minimizar danos em casos de eventos extremos e fortalecer a infraestrutura urbana.
4. Sistema de Alerta e Comunicação: O sistema eficaz de alerta precoce será aprimorado, fornecendo informações rápidas e precisas à população em situações de emergência. A comunicação transparente e ágil desempenha um papel crucial na gestão eficaz de crises.
5. Engajamento da Comunidade: A participação ativa da comunidade é vital para o sucesso do plano. Campanhas educativas serão promovidas, envolvendo escolas, empresas e organizações locais para incentivar a cultura de prevenção e fortalecer os laços comunitários.
Durante a elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos, com o objetivo de incorporar a participação da sociedade civil organizada, foram realizadas oficinas piloto em regiões de risco em Osasco, nos bairros do Bonança e Padroeira, respectivamente, na zona norte e sul da cidade. Estas oficinas visaram não apenas a participação, mas também a informação da população, captando dados relevantes sem invalidar o estudo técnico. A população informou pontos de concentração de lixo, deslizamentos, esgoto, inundação e outros Essa iniciativa visa atender às demandas específicas da população localizada no território de Osasco.
O resultado dessas oficinas foi a criação dos "mapas falantes", incorporando informações valiosas dos próprios munícipes. Embora essas informações nem sempre correspondessem aos relatórios técnicos, foram fundamentais para a tomada de decisões sobre ações educativas para populações sem conhecimento técnico ou pontos de ocorrência que algumas vezes não eram captados nos registros oficiais.
O Plano Municipal de Redução de Riscos representa um marco significativo para Osasco, evidenciando o comprometimento da administração municipal em criar um ambiente seguro e sustentável para todos os seus habitantes. Além disso, contribuirá com diretrizes essenciais para a elaboração dos planos de contingência de chuvas desenvolvidos pelo município. A cidade reafirma seu compromisso em construir um futuro mais resiliente e preparado para enfrentar os desafios que se apresentam.
O mercado de trabalho de Osasco/SP de Agosto/22 e Agosto/23
24/10/2023 14:35:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de dezembro/22, janeiro/23 e maio/23 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de agosto de 2022 a agosto de 2023, o resultado segue positivo.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2023: de janeiro/2023 e agosto/2023, o saldo foi de 3.328, correspondendo aumento de 1,86% em relação ao ano anterior. Em agosto/23, todos os setores de economia somaram 9.595 admissões e 8.426 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 4,61% de Agosto/22 a Agosto/23, com estoque de 182.671 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (agosto/22 a agosto/23), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 7.751 vínculos empregatícios. Em agosto/23, o saldo no setor foi de 879. O setor do Comércio também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 244 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 4.920 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 5.069 no acumulado. Entre agosto/22 a agosto/23, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 7.330 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 9.797 empregos. Os trabalhadores com 50 a 64 anos registraram perda de 287 postos de trabalho durante o período, sendo os mais afetados por demissões.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao
O mercado de trabalho de Osasco/SP de Julho/22 e Julho/23
28/09/2023 14:01:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de dezembro/22, janeiro/23 e maio/23 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de julho de 2022 a julho de 2023, o resultado segue positivo.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2023: de janeiro/2023 e Julho/2023, o saldo foi de 2.145, correspondendo aumento de 1,20% em relação ao ano anterior. Em Julho/23, todos os setores de economia somaram 8.311 admissões e 7.175 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 5,10% de Julho/22 a Julho/23, com estoque de 181.488 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (Julho/22 a Julho/23), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 8.602 vínculos empregatícios. Em julho/23, o saldo no setor foi de 490. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 172 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 5.153 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 4.648 no acumulado. Entre julho/22 a julho/23, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo acumulado de 7.026 empregos, e o que possui ensino médio completo, o saldo acumulado de 9.470 empregos. Os trabalhadores com 30 anos ou mais foram os mais afetados por demissões, registrando perda de 249 postos de trabalho durante o período.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de Junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de estoque (66 em julho/2023) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadoras e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao
Divulgação do Censo Demográfico de 2022 - Quilombolas e Indígenas
14/09/2023 12:53:00
Devido à complexidade e o grande volume de informações produzidas pelo Censo Demográfico de 2022, o IBGE está divulgando os resultados gradualmente. E para acompanhar as publicações, o calendário está presente no site oficial.
E mais uma vez afirmando o compromisso em promover a integração das ações do governo impulsionar o planejamento governamental participativo e estimular uma gestão pública qualificada com resultados em benefício do munícipe, a Secretaria de Planejamento e Gestão utiliza os dados do Censo Demográfico de 2022 para o planejamento de políticas públicas.
Dessa forma, no dia 27 de julho de 2023, o IBGE divulgou pela primeira vez na história dos Censos Demográficos os primeiros resultados sobre o número de quilombolas no Brasil e dados sobre seus domicílios, um levantamento histórico e importante para construção de políticas públicas para todos.
E no dia 07 de agosto de 2023, O IBGE divulgou os primeiros resultados sobre a população Indígena sendo os totais de pessoas indígenas residentes no pais e dados dos seus domicílios.
Os dados disponibilizados pelo Censo Demográfico de 2022 é uma ferramenta fundamental de estratégica para compreender quais grupos estão inseridos na população municipal e conseguir promover políticas públicas efetivas para suas demandas conforme sua etnia e raça, para a busca de um desenvolvimento social com igualdade de oportunidades para todos os osasquenses.
Veja o relatório completo na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando na cidade.
O mercado de trabalho de Osasco/SP de Junho/22 e Junho/23
01/08/2023 15:53:00
Desde 2020, a Secretaria de Planejamento e Gestão - SEPLAG tem publicado edições do relatório “Estatísticas do emprego formal em Osasco”, elaborado a partir dos registros do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia). O relatório será divulgado mensalmente ou conforme os registros do Novo CAGED forem disponibilizados.
Quanto ao saldo no período: ainda que nos meses de dezembro/22, janeiro/23 e maio/23 tenha sido registrada queda no saldo de empregos, de Junho de 2022 a Junho de 2023, o resultado segue positivo.
Quanto às movimentações de admissão e demissão em 2023: de janeiro/2023 e Junho/2023, o saldo foi de 1.122, correspondendo aumento de 0,63% em relação ao ano anterior. Em Junho/23, todos os setores de economia somaram 7.982 admissões e 7.636 desligamentos.
Quanto ao estoque: o número total de empregos em Osasco apresentou um aumento de 5,05% de Junho/22 a Junho/23, com estoque de 180.465 empregos.
Quanto ao setor da economia mais relevante: no período de um ano (Junho/22 a Junho/23), destacaram-se no mercado de trabalho as atividades econômicas do setor de Serviços, com saldo acumulado de 8.525 vínculos empregatícios. Em junho/23, o saldo no setor foi de 536. O setor de Construção também contou com resultado positivo na diferença entre admissões e demissões, registrando 182 empregos.
Quanto à análise detalhada por sexo, grupos de idade e escolaridade: o saldo de empregos assumidos por mulheres de 5.018 no período, enquanto que o balanço das vagas ocupadas por homens foi de 3.743 no acumulado. Em Junho/23, os destaques foram os grupos com idade entre 18 e 24 anos, que registrou saldo de 443 vagas de emprego, e o que possui ensino médio completo, com saldo de 392 empregos. Os trabalhadores com 30 anos ou mais foram os mais afetados por demissões, registrando perda de 247 postos de trabalho.
Veja as estatísticas completas na seção Publicações, no item "Estudos Demográficos e Socioeconômicos" e visite a página da SEPLAG para acompanhar os estudos e análises que a Secretaria de Planejamento de Osasco vem realizando sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na cidade.
CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O NOVO CAGED
Em dezembro de 2019, a geração de estatísticas do emprego formal iniciou uma transição para que o empregador deixasse de prestar informações nos sistemas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e passasse a usar o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Em 2020, apresentou-se uma nova metodologia de captação de dados para a produção dos índices do CAGED, tendo como fontes declarações realizadas diretamente no eSocial, no CAGED e, para o caso de informações não encontradas em nenhum destes sistemas, declarações realizadas no Empregador Web. Dada essa complementação de fontes, esse indicador foi chamado de indicador híbrido, diferenciando-se da metodologia anterior em que as informações eram captadas de uma única forma. Atualmente, a gestão do eSocial é exercida de maneira compartilhada entre a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT) e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), ambas integrantes do Ministério da Economia.
O CAGED foi criado com a finalidade de registrar as relações trabalhistas. Já o eSocial possui um caráter mais amplo: é trabalhista, previdenciário e tributário. Outro aspecto diz respeito à cobertura de cada indicador. Enquanto que os registros temporários no CAGED são opcionais, no eSocial são obrigatórios, fato que pode alterar o volume de movimentação (admissões e demissões) dos Vínculos Formais de Trabalho (VFT). Além disso, a captação de declarações fora de prazo obedece a calendários distintos entre o CAGED (12 meses) e o eSocial (sem limite de tempo). Outra mudança metodológica relevante é a que se refere aos segmentos dos trabalhadores que devem ou não ser declarados. No eSocial todos os trabalhadores são captados, enquanto que no CAGED existe uma lista de trabalhadores que não devem ser considerados, como trabalhadores avulsos, sem vínculos empregatícios, eventuais, autônomos, estagiários, contratados com prazos determinados, ocupantes de cargos eletivos etc.
Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, a captação e divulgação dos dados do CAGED obedeceram a mesma metodologia. Em novembro de 2021, houve uma atualização que agregou declarações entregues fora do prazo de empresas do Grupo 3 do eSocial[1] a partir de junho de 2021, excluindo movimentações informadas equivocadamente pelas empresas declarantes e adequando declarações feitas no sistema do CAGED à consolidação dos dados do eSocial. Segundo a SEPRT, o cenário de pandemia causada pela Covid-19 dificultou a autorregularização de parte das empresas.
Com isso, a publicação de novembro/2021 apresentou uma significativa mudança nos dados. Os números do saldo líquido de 2020 foram da criação de 142,7 mil vagas para o fechamento de quase 193 mil.
Outra mudança foi observada quanto aos dados de emprego referentes a março/2022, onde se observou a redução da geração de vagas de 136,1 mil para 88,1 mil em todo o país.
Os dados relativos ao município de Osasco foram checados pela Seplag, sendo observadas mudanças em todos os meses da série com ajustes, que se inicia em janeiro de 2020. Os números aqui apresentados são os atualizados pela publicação do Novo CAGED divulgada em julho/2022.
Nos gráficos dos dados por atividade econômica, foram excluídos os números do segmento “Agropecuária” por apresentarem baixo volume de vínculos (22 em junho/2022) e pouca variação no período considerado.
[1] As pessoas físicas do grupo 3 são empregadores e contribuintes pessoas físicas (exceto os empregadores domésticos). As pessoas jurídicas do grupo 3 são empregadores optantes pelo Simples Nacional e entidades sem fins lucrativos (não pertencentes ao 1º, 2º e 4º grupos). Fonte: https://www.gov.br/esocial/pt-br/acesso-ao-sistema/cronograma-de-implantacao



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